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Economia Criativa: O que é, Importância e como Empreender

Tempo de leitura: 8 min

Escrito por Oh!Elsa
em 8 de Dezembro, 2021

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Economia Criativa: O que é, Importância e como Empreender

O mercado de economia lida com os mais diversos setores e formatos, acompanhando os interesses do público, junto às necessidades que vão sendo apresentadas pela sociedade em seu constante processo de mudança.

Até porque a própria concepção das transações comerciais teve início com necessidade do público por um produto especial, fazendo trocas entre si por meio de processos de barganha, no qual um quilo de arroz era trocado por um cesto de legumes.

E assim sucessivamente, até que todos os indivíduos presentes em uma comunidade consigam adquirir todo tipo de alimento e de material necessário para a subsistência. Uma prática que depois passaria a ser institucionalizada através da entrada do dinheiro.

Um papel ou moeda que tinha a função de apresentar o poder aquisitivo de uma pessoa com base em suas posses, como terras e materiais vistos como valiosos, como minerais preciosos. O tempo passou, essa negociação evoluiu, mas se manteve de forma similar.

Permitindo hoje com que uma empresa consiga lucrar em cima da vendas dos seus produtos ou serviços oferecidos, movimentando esse dinheiro recebido para outros setores, através do pagamento aos funcionários e contato com os seus fornecedores.

Fora a contração de um escritório responsável pela consultoria fiscal desse empreendimento, de forma a  garantir a manutenção do negócio, junto ao seu processo de crescimento e expansão para outros mercados ou regiões.

E junto a isso a economia continua se expandir dentro dessa conjuntura, através do surgimento de novas vagas de trabalho, empregando uma parcela da população que agora terá acesso a uma retribuição financeira, permitindo que os mesmos alimentam o mercado.

Um processo que pode ser observado durante a abertura de empresa simples, no qual se mostra necessária a contratação de funcionários, que serão responsáveis por executar as tarefas referentes aos serviços oferecidos por essa nova companhia.

Dessa forma, os processos econômicos continuam a evoluir, com a inclusão recente das moedas digitais, por exemplo, acaba por se destacar também a existência de novos mercados de negócio, como a economia criativa, que deve ser observada com atenção.

Como funciona a economia criativa?

O conceito de economia criativa se refere a um mercado no qual a concepção do material a ser comercializado passa por um viés cultural, muitas vezes sequer se identificando como algo material, como acontece no meio das artes, onde torna-se permitida sua negociação.

Por mais que seja um conceito difícil de ser medido, em termos de sua origem, a exploração do tema começou a ter destaque a partir do trabalho publicado pelo pesquisador inglês John Howkins a partir do seu livro acerca do assunto.

O livro “Economia Criativa: Como Ganhar Dinheiro Com Ideias Criativas” lançado em 2001 se tornou uma base sobre esse tema. Em uma obra no qual o autor discute um novo tipo de mercado a ser analisado pelos serviços de contabilidade de um escritório financeiro.

E que com o seu subtítulo bem intuitivo, aborda as maneiras criativas com o qual os indivíduos podem lucrar a partir de sua imaginação, tornando suas ideias criativas em algo de importância para o público, e com isso adquirindo um valor a ser negociado.

Algo que vem se expandindo exponencialmente, diante a praticidade de se compartilhar certos conteúdos, através da popularização do acesso às ferramentas digitais, que permitem com que diversos usuários passem a usufruir de uma plataforma de interação.

Seguindo também a descentralização das atividades econômicas, em uma realidade no qual qualquer indivíduo pode se tornar um empreendedor próprio, contando com o auxílio das tecnologias vigentes, além dos próprios órgãos governamentais.

Todos permitindo com que uma pessoa que pretende comercializar algumas roupas antigas, através de um bazar, consiga cuidar da gestão do mesmo diretamente pelo seu celular, contando com o apoio de sistemas de vendas otimizado disponíveis na internet.

Um sistema para gerenciamento de loja que pode ajudar na comercialização dos mais diversos produtos. E aqui se incluem aqueles de valor criativo, no qual o valor do serviço em questão é acrescentado pelo valor cultural presente nessa obra ou objeto.

E quando se pensa especificamente no conceito de economia criativa, diversas também são as modalidades nas quais ela pode estar sendo aplicada.

Os nichos da economia criativa

Por ser um mercado tão amplo, tornou-se necessária uma divisão das atividades pertencentes ao conceito de economia criativa, de forma a identificar as melhores possibilidades comerciais de cada um desses nichos.

A UNCTAD (Conferência das Nações Unidas para o Comércio Internacional e o Desenvolvimento) inclusive dividiu esse mercado em 4 vertentes, sendo elas:

Herança ou Patrimônio

Nesse setor se destaca as expressões culturais, em sua maior parte ligadas à cultura de um povo, através de artesanato e celebrações, podendo ser reunidas em espaços como:

  • Museus;
  • Bibliotecas;
  • Exposições;
  • Parques arqueológicos.

A comercialização mais comum nesse sentido é através de um sistema de ingresso, com a compra de bilhetes para adentrar esses locais de apelo cultural.

Artes

O nicho mais popular da economia criativa, que opera através da exposição de performances visuais e artísticas, tais como:

  • Pinturas;
  • Fotografias;
  • Esculturas;
  • Teatro;
  • Dança;
  • Performances musicais.

Eventos que costumam se relacionar também com outros mercados comerciais, como uma empresa de soluções audiovisuais, responsável pela projeção de imagens ao fundo do palco de um show musical.

Mídia

O mercado midiático está diretamente relacionado ao nicho das artes, nesse caso através da reprodução de algum tipo de conteúdo cultural, a ser exibido para um grande público, por meio dos canais de comunicação.

Distribuição a ser feita através de ferramentas como:

  • Livros,
  • Cinema;
  • Televisão;
  • Rádio.

Um mercado que passa por uma completa renovação, inclusive, com a  chegada das ferramentas digitais de distribuição, como o streaming, facilitando o acesso a  diversos conteúdos através da internet.

Criação funcional

Esse mercado criativo, por outro lado, trabalha com a demanda levantada pelo seu público, através da institucionalização de mercados referentes a essas área de demanda, incluindo então serviço de teor:

  • Publicitários;
  • Arquitetônicos;
  • Culturais;
  • Recreativos;
  • Ligados aos design;
  • Associados ao desnivelamentos de software.

Uma série de novos mercados que estão se expandido cada vez mais no meio comercial, tornando-se assim clientes que irão trabalhar com o pedido de orçamento de assessoria contábil, destacando-se como um novo mercado de clientes do setor financeiro.

Setores que crescem no mundo inteiro, com destaque também para o Brasil.

O mercado criativo no Brasil

O brasilerio é naturalmente conhecido pela sua veia criativa, logo, quando se pensa na comercialização dessa criatividade, não é nenhuma surpresa perceber como o Brasil desponta como um mercados mais promissores nesse sentido.

Em um estudo realizado pela instituição britânica British Council em associação com a SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), aponta justamente isso, como o mercado criativo nacional é um dos mais favoráveis ao desenvolvimento no mundo.

Por mais que ainda não exista muito auxílio nesse sentido, diferente das companhias de negócio mais tradicionais, como uma empresa de TI (Tecnologia da Informação), que em seu processo de abertura conta com uma série de programas de apoio e auxílio ao jovem empreendedor.

Um dos poucos programas de incentivo a economia criativa continua a ser a Lei Rouanet, que opera através da captação de recursos para investir em projetos de base cultural, logo, se adequando aos serviços presentes no conceito desse tipo de mercado criativo.

Mas aos poucos a situação começa a mudar, com diversas empresas passando a investir em atividade de teor cultural, visando não só uma identificação de prestígio por parte do público, mas também por reconhecer o crescimento desse setor.

O que faz, por exemplo, com que uma empresa de segurança patrimonial, mais focada no mercado industrial, patrocinar um evento cultural, de forma a iniciar o seu contato com esses elementos criativos, para a sua implementação futura nesse tipo de mercado.

Visando o crescimento que a economia criativa promete alcançar nos próximos anos.

O potencial do mercado criativo

O potencial de crescimento da economia criativa se dá muito também pelo reconhecimento que esse tipo de atividade passa a ter pela sociedade, com a figura do artista sendo visto com um maior respeito pela população, o reconhecendo como um profissional sério.

Um resultado direto das plataformas digitais, que facilitam não só esse processo de produção e compartilhamento de conteúdos, mas também o reconhecimento que o público passa a ter sobre tais conteúdos, estando em contato com figuras profissionais da área.

Por isso, diante dessa realidade, se torna possível destacar a economia criativa como um setor a se investir nos próximos anos. Parte pela relevância do mercado em si e parte pela procura cada vez maior do público em cima desse tipo de comercialização de conteúdos.

Sendo preciso apenas ter algum talento criativo que possa ser aproveitado nesse sentido, e se tem uma coisa que o brasilero tem de sobra é a criatividade.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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